Suzana Herculano-Houzel

O prazer de quebrar a cabeça

Faz dois meses que tomei posse da mesa de jantar, único lugar da casa com dimensões adequadas para hospedar a montagem de um quebra-cabeças de 3.000 peças. Quase todos os dias, durante esses meses, eu me dirigi à mesa logo ao acordar, quando ainda não tinha neurônios despertos o suficiente para trabalhar, ou depois do jantar, quando os neurônios já não queriam mais trabalhar, para colocar algumas pecinhas em seus lugares.

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