Suzana Herculano-Houzel

Eu não sei quando parar

Mais um voo transatlântico, mais seis horas de trabalho ininterruptas. Amarrada a uma cadeira, sem opções além de ir ao banheiro ou catar alguma coisa sem glúten na bandeja servida como refeição, sem e-mails, internet, mensagens, alunos ou cães e gatos ao redor da minha mesa querendo atenção, eu escrevo muito bem. O que mais me resta fazer?

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